segunda-feira, setembro 16, 2013

Gestão Ambiental

Os avanços ocorridos na área ambiental quanto aos instrumentos técnicos, políticos e legais, que veem construindo ao longo dos anos a estruturada política ambiental, são inegáveis e inquestionáveis. Nos últimos anos, saltos quantitativos foram dados, em especial no que se refere à consolidação de práticas e formulação de diretrizes que tratam a questão ambiental de forma holística.
No âmbito das organizações o retorno do investimento, antes, entendido simplesmente como lucro e enriquecimento de seus acionistas, de agora em diante, passa, fundamentalmente, pela contribuição e criação de um mundo sustentável, ou poderíamos dizer da sustentabilidade dos recursos naturais, que agora entendemos com finitos e escassos.
Estes processos de produção de conhecimento cristalizado práticas positivas e pró-ativas, que sinalizam o germinar de procedimentos e de experimentos que comprovam que o gerenciamento ambiental passa a ser um fator estratégico que a alta administração das organizações deve analisar.
Como exemplo análogo, temos: Se mantivermos o motor do nosso carro regulado, no intuito de atender a legislação ambiental (no que tange a emissão de gases e particulados), também teremos economizado de combustível, e nosso custo de transporte será reduzido. Da mesma forma se uma organização aperfeiçoa o uso de insumos e mitiga a perdas residuais. Esta organização maximiza seu lucro pela redução dos seus custos de produção. Simples assim.  

Roger Coutinho

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