Sempre que iniciarmos um projeto de conservação ambiental é imprescindível ter em mente duas diretrizes indissociáveis, a nossa CARTA MAGNA, que dita: “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, BEM DE USO comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”. E as três dimensões da SUSTENTABILIDADE Ignacy Sachs, a social, a econômica, a ecológica( ou cinco se acrescermos ainda a espacial, e a cultural). Pois se assim não for, conforme declara o mesmo autor: “O desenvolvimento sustentável obedece ao duplo imperativo ético da solidariedade com as gerações presentes e futuras, e exige a explicitação de critérios de sustentabilidade social e ambiental e de viabilidade econômica. Estritamente falando, apenas as soluções que consideram estes três elementos, isto é, que promovam o crescimento econômico com impactos positivos em termos sociais e ambientais, merecem a denominação de desenvolvimento”. Não pode ser denominado nem mesmo DESENVOLVIMENTO, quanto mais SUSTENTÁVEL.
Assim para os companheiros de luta, deixo a questão: Se na busca da SUSTENTABILIDADE dissociarmos os seres humanos do ambiente, estaremos salvando o planeta para quem?
Roger Coutinho
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